Pois bem, queria falar deste assunto há já bastante tempo, mas com o tempo todo contadinho para as minhas tarefas obrigatórias, tem-me sido impossível escrever.
É uma realidade que o desemprego no nosso país tem vindo a aumentar, a "olhos vistos". De facto, neste momento muita pouca gente tem o seu posto assegurado. Mesmo os que são efectivos, por vezes, vêm o seu posto de trabalho fugir-lhes com uma facilidade nunca antes vista.
Aqui há uns meses, vieram dizer que o índice de produtividade do nosso país que tinha aumentado, mesmo estando a atravessar esta "crise" actual (para mim não é crise nenhuma, como volto a repetir vezes sem conta, mas pronto).
E agora vamos pensar um pouco e descobrir o porquê da produtividade ter aumentado... Deixem-me ver.. Se somarmos um mais um.. É claro que vai ser igual a 2! Então porquê?
Pois vai a resposta. Os portugueses são um bocado moles.. Molengas.. Perguiçosos.. Os nossos gestores chegam as 11h/ 12h ao trabalho, os empregados ao verem esta situação também não estão para se esforçar. E depois afirmam "Pois! Mas nem o meu patrão dá o exemplo, como querem que eu trabalhe?". E riam-se, e brincavam e gozavam. Pois é. Esta era a situação aqui há uns anos atrás. E depois apareciam os sindicatos e acabavam com todo o resto!
Hoje em dia, os empregados, com esta situação de possível desemprego, "piam fino" e trabalham. Claro, com medo de perder o posto, até fazem horas extra se for preciso! É preciso trabalhar!
Esta é a conclusão mais óbvia que eu vejo desta situação. Os portugueses deixam sempre chegar tudo à última. Aqui há uns anos, que havia trabalho para "todos" e quem mandava era o poder sindical, os empregados queriam lá saber! Picavam o ponto e acabou. Fala com o colega do lado, faz um bocado mais de "ronha" porque dormiu mal de noite, etc... Sabiam que se houvessem problemas atiravam à cara do patrão que ele também não era exemplo para ninguém e iam fazer um choradinho ao sindicato. A situação ficava resolvida.
Actualmente é diferente. "Epah... hoje vou dormir cedo, não posso faltar ao trabalho... Fogo que aquilo anda renhido.. O patrão só fala em despedimentos e eu fico com medo de ser o próximo..."
Fácil não acham?? As pessoas dão o couro e o cabedal para trabalhar e não perder o posto.
Penso que fui explícita. Se tiverem mais alguma teoria, agradeço que escrevam. É sempre bom conhecer várias perspectivas da mesma situação.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Felicidade
Bem,
A vida dá voltas e voltas, que nós nunca imaginamos que elas acontecem. Ainda ontem pensava uma coisa, hoje penso de forma totalmente diferente.
É espantoso como as pessoas nos enganam. Por vezes não nos enganam. Nós é que não queremos ver. E pensamos "tudo vai mudar e no futuro tudo vai ser diferente". Mas não.
Acho que assim que tomamos uma posição, devemos seguir o resto da vida com ela. E se estamos errados, aí pedir desculpa e tomar outro rumo.
Sejamos felizes. É difícil ser feliz no nosso mundo completamente consumista e que vive de aparências. Só querem marcas, marcas e não ligam ao conteúdo. As pessoas também acabam por ser assim umas para as outras. Se há um homem lindo de morrer, todas o querem, mesmo que seja um homem "sem cérebro" e sem vontade própria. Mas as pessoas são capazes de suportar coisas, só para mostrarem e dizerem que têm um homem "bonito".
Tive a oportunidade de ler alguns autores sobre o consumo moderno, ou melhor, hipermoderno. De acordo com Lipovetsky, o consumo hoje em dia é maioritariamente hedonista (Felicidade Paradoxal). Ou seja, eu compro apenas para meu bel-prazer. Eu continuo a achar que o consumo é cada vez mais, como hei-de dizer, eu compro para mostrar ao meu vizinho que consigo comprar. Porque é que eu compro Audi? Há muita gente que compra Audi, mesmo que esteja podre, apenas para dizer "eu tenho um Audi". E isto é o seu bel-prazer?
Peço desculpa se estou a ser ignorante ou se me está a falhar algum detalhe, mas se souberem qual, podem me corrigir para aprender algo mais.
Gosto de aprender, gosto de estar em harmonia com o que se passa actualmente. Mas isso é felicidade? Talvez sim, talvez não. Fartei-me de pensar em Futuro, agora vamos disfrutar o presente e o amanhã que apareça.
Enquanto pensei em Futuro fui infeliz.
Quero ser feliz.
Quero pensar no presente.
A vida dá voltas e voltas, que nós nunca imaginamos que elas acontecem. Ainda ontem pensava uma coisa, hoje penso de forma totalmente diferente.
É espantoso como as pessoas nos enganam. Por vezes não nos enganam. Nós é que não queremos ver. E pensamos "tudo vai mudar e no futuro tudo vai ser diferente". Mas não.
Acho que assim que tomamos uma posição, devemos seguir o resto da vida com ela. E se estamos errados, aí pedir desculpa e tomar outro rumo.
Sejamos felizes. É difícil ser feliz no nosso mundo completamente consumista e que vive de aparências. Só querem marcas, marcas e não ligam ao conteúdo. As pessoas também acabam por ser assim umas para as outras. Se há um homem lindo de morrer, todas o querem, mesmo que seja um homem "sem cérebro" e sem vontade própria. Mas as pessoas são capazes de suportar coisas, só para mostrarem e dizerem que têm um homem "bonito".
Tive a oportunidade de ler alguns autores sobre o consumo moderno, ou melhor, hipermoderno. De acordo com Lipovetsky, o consumo hoje em dia é maioritariamente hedonista (Felicidade Paradoxal). Ou seja, eu compro apenas para meu bel-prazer. Eu continuo a achar que o consumo é cada vez mais, como hei-de dizer, eu compro para mostrar ao meu vizinho que consigo comprar. Porque é que eu compro Audi? Há muita gente que compra Audi, mesmo que esteja podre, apenas para dizer "eu tenho um Audi". E isto é o seu bel-prazer?
Peço desculpa se estou a ser ignorante ou se me está a falhar algum detalhe, mas se souberem qual, podem me corrigir para aprender algo mais.
Gosto de aprender, gosto de estar em harmonia com o que se passa actualmente. Mas isso é felicidade? Talvez sim, talvez não. Fartei-me de pensar em Futuro, agora vamos disfrutar o presente e o amanhã que apareça.
Enquanto pensei em Futuro fui infeliz.
Quero ser feliz.
Quero pensar no presente.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
De volta
E com tudo isto, já recomeçaram as aulas.
Lisboa fica completamente diferente. Quem está em Lisboa durante o mês de Agosto e vê esta multidão crescente em Setembro, parece que estamos noutra "província" completamente diferente.
Silêncio, não há trânsito, não vemos pessoas a correr, todas apressadas, não há enchentes nos transportes, não há filas, nada. Agosto é um mês óptimo para se viver em Lisboa. E não percebo porque é que as pessoas insistem em tirar férias neste mês.
Claro! Se não tirassem férias e não fugissem de Lisboa em Agosto, este seria um mês igual a todos os outros passados, sem harmonia, sem paz, sem confusão, sem barulho, sem cansaço (ou como dizem todos os citadinos e "modernos", sem Stress querido!).
Lisboa vive dos estudantes. O que era de Lisboa sem as Universidades? Pois!
Jovens à procura de novas oportunidades e de um futuro brilhante. Esta frase parece cada vez mais inútil! Com o evoluir dos tempos e com a implementação do processo de Bolonha, há cada vez mais jovens a estudar até mais tarde. Será isso realmente bom? É sim. Mas a partir de agora vamos ver toda a gente a exigir que lhe chamem de Mestre.
Portugal vai passar do país dos doutores para ser o país dos Mestres.
Será bom?? Ou mau?
Muito sinceramente, não posso dizer nem sim nem não. Só daqui a 3/4 anos é que vamos poder afirmar algo quanto a esta situação. E eu, continuo a contribuir para esta cadeia. Também espero ser Mestre daqui a um ano.
Lisboa fica completamente diferente. Quem está em Lisboa durante o mês de Agosto e vê esta multidão crescente em Setembro, parece que estamos noutra "província" completamente diferente.
Silêncio, não há trânsito, não vemos pessoas a correr, todas apressadas, não há enchentes nos transportes, não há filas, nada. Agosto é um mês óptimo para se viver em Lisboa. E não percebo porque é que as pessoas insistem em tirar férias neste mês.
Claro! Se não tirassem férias e não fugissem de Lisboa em Agosto, este seria um mês igual a todos os outros passados, sem harmonia, sem paz, sem confusão, sem barulho, sem cansaço (ou como dizem todos os citadinos e "modernos", sem Stress querido!).
Lisboa vive dos estudantes. O que era de Lisboa sem as Universidades? Pois!
Jovens à procura de novas oportunidades e de um futuro brilhante. Esta frase parece cada vez mais inútil! Com o evoluir dos tempos e com a implementação do processo de Bolonha, há cada vez mais jovens a estudar até mais tarde. Será isso realmente bom? É sim. Mas a partir de agora vamos ver toda a gente a exigir que lhe chamem de Mestre.
Portugal vai passar do país dos doutores para ser o país dos Mestres.
Será bom?? Ou mau?
Muito sinceramente, não posso dizer nem sim nem não. Só daqui a 3/4 anos é que vamos poder afirmar algo quanto a esta situação. E eu, continuo a contribuir para esta cadeia. Também espero ser Mestre daqui a um ano.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
TVI
Eu disse logo que ela não ia ficar lá... A cunha foi-se embora.. Temos pena.
E não me digam que a culpa é do Sócrates porque isso é mais uma estratégia da oposição de angariar mais uns votecos do que outra coisa...
SInceramente.. Que golpes baixos..
E não me digam que a culpa é do Sócrates porque isso é mais uma estratégia da oposição de angariar mais uns votecos do que outra coisa...
SInceramente.. Que golpes baixos..
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Democracia?
Só um exemplo:
Se repararmos bem, todos nós pagamos impostos.. Directa ou Indirectamente, eles são pagos.
Esses impostos servem para podermos ter segurança, saúde, educação, bem, tudo isto na teoria, como já sabemos.
Se pagamos também para ter autoestradas, porque é que temos de pagar portagens???

Claro que é só um exemplo. Nem sequer vou entrar em campos de saúde nem educação.
Se repararmos bem, todos nós pagamos impostos.. Directa ou Indirectamente, eles são pagos.
Esses impostos servem para podermos ter segurança, saúde, educação, bem, tudo isto na teoria, como já sabemos.
Se pagamos também para ter autoestradas, porque é que temos de pagar portagens???

Claro que é só um exemplo. Nem sequer vou entrar em campos de saúde nem educação.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Sintra Golf
Simplesmente lindo!
Sempre tive o sonho de trabalhar na área da hotelaria. Adorava investir num hotel.
Este é também um sonho! Ainda mais deslumbrante ao vivo. Assim que entrei lá senti que estava em casa. Além de ser fantástico, as pessoas são simpatiquíssimas.
Não deixem de passar por lá. Vão viver momentos inesquecíveis.
Sempre tive o sonho de trabalhar na área da hotelaria. Adorava investir num hotel.
Este é também um sonho! Ainda mais deslumbrante ao vivo. Assim que entrei lá senti que estava em casa. Além de ser fantástico, as pessoas são simpatiquíssimas.
Não deixem de passar por lá. Vão viver momentos inesquecíveis.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Offspring
Às vezes ouvimos coisas que nem ligamos ao que nós próprios estamos a dizer!
Mesmo aquelas bandas que dizem que só cantam "porcaria", por vezes até dizem coisas realmente certas. Esta é uma dessas bandas. Gosto de ouvir tanto pelas letras como a própria música.
Acho que devem ouvir esta música e cantar:
Im not the one who made the world what it is today
Im not the one who caused the problems started long ago
But now I deal with all the consequences that troubles our times
I carry on and never once have even questioned why
Im innocent
But the wieght of the world is on my shoulders
Im innocent
But the battles started are far from over
Were not the ones who leave the homeless in the streets at night
Were not the ones whove kept minorities and women down
Still we grow and then the problems they become our own
We carr on without even realizing why
Chorus
Were innocent
But the weight of the world is on our shoulders
Were innocent
But the battles left us are far from over
Were not the ones whose pollution balcked our skies
And ruined the streams
Were not the ones who made the nuclear bombs
That threaten our lives
Were not the ones who let the children starve in faraway lands
Were not the ones who made the streets unsafe to walk at night
And even if we try and not become so overwhelmed
And if we make some contribution to the plight we see
Still our descendents will inherit our mistakes of today
Theyll suffer just the same as we and never wonder why
E depois vêm os mais velhos chamar-nos de Geração Rasca..
Pois, foram eles que nos fizeram assim, infelizmente. Tento fazer os possíveis para que, quando os meus filhos nascerem, viverem num ambiente (no mínimo) saudável. Mas começo a pensar duas vezes "Será que ter filhos é mesmo uma boa opção?? Vou colocar no mundo mais pessoas para sofrerem, provavelmente, mais do que eu já sofro??"
Pois é. Um assunto que todos deveríamos pensar quando estamos a comer, a conduzir, a ver TV, enfim. Sempre.
Triste é ver algumas pessoas dizerem "nessa altura já não estou cá". E nem sequer têm o mínimo de respeito pelos seus familiares. Filhos, muitas das vezes.
Espero que reflitam no assunto e nunca se esqueçam da música a acompanhar.
P.S. - o vídeo não é o melhor, mas não consegui encontrar o vídeoclip real.
Mesmo aquelas bandas que dizem que só cantam "porcaria", por vezes até dizem coisas realmente certas. Esta é uma dessas bandas. Gosto de ouvir tanto pelas letras como a própria música.
Acho que devem ouvir esta música e cantar:
Im not the one who made the world what it is today
Im not the one who caused the problems started long ago
But now I deal with all the consequences that troubles our times
I carry on and never once have even questioned why
Im innocent
But the wieght of the world is on my shoulders
Im innocent
But the battles started are far from over
Were not the ones who leave the homeless in the streets at night
Were not the ones whove kept minorities and women down
Still we grow and then the problems they become our own
We carr on without even realizing why
Chorus
Were innocent
But the weight of the world is on our shoulders
Were innocent
But the battles left us are far from over
Were not the ones whose pollution balcked our skies
And ruined the streams
Were not the ones who made the nuclear bombs
That threaten our lives
Were not the ones who let the children starve in faraway lands
Were not the ones who made the streets unsafe to walk at night
And even if we try and not become so overwhelmed
And if we make some contribution to the plight we see
Still our descendents will inherit our mistakes of today
Theyll suffer just the same as we and never wonder why
E depois vêm os mais velhos chamar-nos de Geração Rasca..
Pois, foram eles que nos fizeram assim, infelizmente. Tento fazer os possíveis para que, quando os meus filhos nascerem, viverem num ambiente (no mínimo) saudável. Mas começo a pensar duas vezes "Será que ter filhos é mesmo uma boa opção?? Vou colocar no mundo mais pessoas para sofrerem, provavelmente, mais do que eu já sofro??"
Pois é. Um assunto que todos deveríamos pensar quando estamos a comer, a conduzir, a ver TV, enfim. Sempre.
Triste é ver algumas pessoas dizerem "nessa altura já não estou cá". E nem sequer têm o mínimo de respeito pelos seus familiares. Filhos, muitas das vezes.
Espero que reflitam no assunto e nunca se esqueçam da música a acompanhar.
P.S. - o vídeo não é o melhor, mas não consegui encontrar o vídeoclip real.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
TVI
Eduardo Moniz, sai da TVI..
Manuela Moura Guedes afirma que vai continuar como pivot.
Será que sim? Será mesmo? A grande cunha irá continuar sem o seu marido por perto?
Veremos..
Manuela Moura Guedes afirma que vai continuar como pivot.
Será que sim? Será mesmo? A grande cunha irá continuar sem o seu marido por perto?
Veremos..
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Férias
Estamos como se diz, no período de férias. Estamos?? Pois. Até jornais regionais deixam de publicar durante este mês.
Mas o que será isto? Cansaço? Desgaste? Pois. Todos falam da crise, mas todos querem férias. Não são capazes de arranjar um trabalho extra para conseguirem "abater" nem que seja uma mensalidade extra de um dos créditos..
Mas não.. Depois como têm assunto para falar com as amigas? "Ai, este ano vou para Ibiza, no ano passado fui para não sei onde". E é assim que a economia anda.
Mas isto ainda vai ser pior. Esperem.
Está bem é para quem quer trabalhar. Até agora, não me posso queixar. Onde trabalho há falta de gente e ninguém quer trabalhar. Pois não. Querem empregos.
Já não sei o que são férias há muito e ainda estou viva e sem "depressões".
É a vida. A vida é boa para quem quer.

Mas o que será isto? Cansaço? Desgaste? Pois. Todos falam da crise, mas todos querem férias. Não são capazes de arranjar um trabalho extra para conseguirem "abater" nem que seja uma mensalidade extra de um dos créditos..
Mas não.. Depois como têm assunto para falar com as amigas? "Ai, este ano vou para Ibiza, no ano passado fui para não sei onde". E é assim que a economia anda.
Mas isto ainda vai ser pior. Esperem.
Está bem é para quem quer trabalhar. Até agora, não me posso queixar. Onde trabalho há falta de gente e ninguém quer trabalhar. Pois não. Querem empregos.
Já não sei o que são férias há muito e ainda estou viva e sem "depressões".
É a vida. A vida é boa para quem quer.

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