terça-feira, 28 de abril de 2009

Tavernas Medievais


E para continuar a saga da Filarmónica Catarinense, este fim de semana, 1,2 e 3 de Maio, haverão as Tavernas Medievais, em Santa Catarina, tal como no ano passado.
O local será o mesmo, no páteo do Solar de Santa Catarina, com muita música, jogos tradicionais e animação.
A Sociedade Filarmónica estará de novo com a taverna "Os Trovadores" com comer e beber a retratar a época medieval. Haverão elementos da banda que irão tocar flauta para todos os presentes.

Ainda assim, haverão muitas mais tavernas, recheadas de animação. Mais um motivo para não faltarem à IIª edição das Tavernas Medievais em Santa Catarina, com a forte presença da Sociedade Filarmónica Catarinense. Contamos com a sua presença!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Concerto Páscoa 2009

Mais um concerto da Filarmónica Catarinense!

Pela segunda vez, a Banda de Santa Catarina vai dar o concerto da Páscoa no dia 26 de Abril pelas 16h30 no novo pavilhão da vila de Santa Catarina.

Para a apresentação do nosso novo Maestro Bruno Santos, vamos contar com um grande concerto com abertura do grupo de cavaquinhos "Os Farra".

Sabemos que a Páscoa já "passou" e por isso, não têm desculpa para faltar a este grande evento!

Venham apoiar a Banda de Santa Catarina, mais uma vez. Agradecemos a presença de todos numa tarde de convívio e boa música.

Para mais Informações sobre a Sociedade Filarmónica Catarinense não deixem de visitar o blog.

Até lá.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Lovemarks



Através deste vídeo ficamos com uma grande ideia do que são as Lovemarks. Este conceito foi originado por Kevin Roberts (CEO Worldwide da agência de publicidade Saatchi&Saatchi) que nos indica que quando adquirimos determinada marca, o que está presente na hora da decisão, são as nossas emoções. Não optamos por determinada marca por aquilo que ela faz mas sim porque as amamos e porque as respeitamos. É por isso que uma Lovemark não está nas mãos da empresa: "(...) Lovemarks are owned by the people who love them" (Saatchi&Saatchi). Roberts chama a estas pessoas de "Inspirational Consumers" (Saatchikevin). Vejamos o seguinte anúncio:



O que é que este anúncio nos dá? Uma forma de amarmos e respeitarmos a marca Audi. "Brands are run out of juice" (Lovemarks) ou seja, de acordo com Kevin Roberts, esta transformação implica novas ideias (para a marca): não se trata apenas de marcas e publicidade mas sim liderança, autenticidade e "espírito humano" (Webber, 2000). E quando se refere a "love" não se trata apenas de "gostar" da marca. "Love means more than liking a lot" (Bradley, et al., 2007), ou seja, o amor transcende a marca, inspira "loyalty beyond reason" (Lovemarks). Elas são tão importante para nós que não conseguimos viver sem elas, pensar sem pensar nelas, estão constantemente no nosso pensamento, no nosso coração.



Com isto, se a pessoa se identificar com a marca, a lealdade será então muito maior (Bradley, et al., 2007). Através deste esquema (com base na relação amor/respeito), podemos identificar onde se situam as nossas marcas preferidas. As Lovemarks, como tal, posicionam-se como "Amor e Respeito alto". Não se trata apenas de "gostar" de uma marca, temos de a respeitar também e, para a criação de uma Lovemark, Roberts considera três ingredientes chave:
  • Mistério: aqui enquadram-se as histórias da marca, os ícones, inspiração e mitos;
  • Sensualidade: ou seja, o cheiro, a visão, o toque, o sabor e o som (para nos alertarem, estimularem para várias experiências);
  • Intimidade: a paixão, empatia e compromisso que temos com determinada marca.
(Lovemarks)

É, de facto, uma grande vantagem quando a relação entre uma marca e o consumidor é puramente emocional (a marca pode contar com consumidores fiéis assim como o consumidor sabe que pode contar com a mesma). Ainda assim, a ligação entre consumidor e Lovemark é tão forte que ela por si só é insubstituível. A desvantagem é que para uma marca ser uma Lovemark tem que transcender todas as marcas. Por exemplo, eu posso considerar a marca de malas Kacaus como uma Lovemark, mas isso não importa porque a noção de Kacaus tem de transcender o termo de marca. Tem de ser algo para além da marca senão, trata-se apenas de uma Lovemark pessoal, como todos nós temos (Bradley, 2007).
Para finalizar, deixo um exemplo de uma Lovemark, para mim:






Bibliografia:
BRADLEY, Samuel, et al., In Search of Lovemarks: The Semantic Structure of Brands, 2007
WEBBER, Alan, Trust in the Future, Fast Company, 2000
Sites:
Lovemarks
Saatchi&Saatchi
Saatchikevin

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Search Engine Marketing

Actualmente, as empresas estão a apostar fortemente no Search Engine Marketing para aumentar o número de visitas ao seu site e, posteriormente, aumentar o ROI (Return on Investiment) da campanha. Mas o que é isso de Search Engine Marketing (SEM)?

Eu optei por traduzir por "marketing de motor de busca". Esta é uma ferramenta que consiste no aumento do número de visitas ao site e que adiciona, numa estratégia, uma optimização a nível do site das empresas (Search Engine Optimization/SEO) em conjunto com publicidade (pay per click/pay per lead). E porquê apostar nos motores de busca? De acordo com o décimo "User Survey" pela Georgia Tech University, os motores de busca são utilizados por 85% dos utilizadores da Internet e, por isso, a sua crescente importância como ferramenta no marketing (Xing e Lin, 2006).



Pudémos então assistir às diferenças entre resultados naturais e resultados pagos mas, mesmo assim, é importante salientar que, de acordo com um estudo do SEMPO (Search Engine Marketing Professional Organization) 70% dos utilizadores optam por resultados naturais (Xing e Ling, 2006).

É aqui que o SEO ("Optimização dos Motores de Busca") entra em acção nas empresas. E, de acordo com Bo Xing e Zhangxi Ling (2006) "SEO is the practice of optimizing web pages in a way that improves their ranking in the web search results, which are also known as natural or organic results because they are supposed to reflect relevancy in searchers' standard", ou seja, como 70% dos utilizadores optam por resultados naturais, existem agências especializadas em SEO para melhorar os seus sites de maneira a ser o primeiro a aparecer na lista de resultados. De acordo com Vanessa Voltoina (2008) o SEO deve ser o primeiro passo a adoptar numa estratégia de SEM. A autora dá o exemplo da revista de negócios feminina Pink que alterou todos os formatos de imagens no seu site (de imagens de texto para HTML) para que os motores de busca tenham acesso ao mesmo (os motores de busca não lêm imagens de texto).

No que diz respeito à parte de publicidade do SEM, o pay per click/ pay per lead, sabemos que as empresas estão dispostas a pagar cada "click" de cada cliente (a partir dos motores de busca) para acederem ao seu site. "Pay per click is an advertising system in wich advertisers specify an amount that they are willing to pay for a click to their web site" (Work,2008). Enquanto que no pay per click a empresa paga as visitas ao seu site (a partir do motor de busca), no pay per lead há um pagamento apenas se essa visita se traduzir numa compra (nas lojas online, por exemplo) (ZipSearch).

E qual a melhor forma forma de escolher o motor de busca? Empíricamente iríamos escolher o Google como melhor motor de busca para colocar o nosso anúncio. Mas, de acordo com Timothy Nobles (Director Search-Marketing no Dealerskins) "It's a global myth that Google rules the world. In major metropolitan areas, this may be the cause, but, in Middle America, it really starts to change" e acrescenta ainda que a maioria dos utilizadores escolhe o AOL, MSN e Yahoo! como motor de busca (no que diz respeito aos Links pagos). É por isso que é tão importante sabermos de onde vêm as nossas visitas ao site e optar pelas palavras chave correctas, tendo em conta o nosso público-alvo (Leman, 2008).
A desvantagem desta técnica será mesmo a de que os utilizadores preferem sempre os resultados naturais aos resultados pagos.

Bibliografia:
LEMAN, Jim, How to get Powerfull Results from Your Search-Engine Marketing, Ward's Dealer Business, Vol 42, Setembro 2008
VOLTOINA, Vanessa, Know the Difference betwen SEM and SEO. Folio: The Magazine for Magazine Management, Vol 37, Dezembro 2008
XIN, Bo, LIN, Zhangxi, The Impact of Search Engine Optimization on Online Adverting Market, ACM International Conference Proceeding Series, Vol. 156, 2006
WORK, Jerry, Scientific Search Engine Marketing, 2008
Sites:
ZipSearch

Event Marketing



Porque é que as empresas apostam no Marketing de Eventos? Será assim tão importante para as empresas? De acordo com o estudo EventView2009, os eventos fortalecem as relações entre consumidores e marcas. Podemos definir esta função como "Planning, arrangement, realization and port processing of events by a comercial organizations in order to achieve marketing objectives" (MAU, et al., 2006). Nesta definição está implícito que seja uma organização exterior à própria empresa a proceder à organização de um evento, mas também pode haver empresas que organizam os seus próprios eventos.
Podem ser conferências, palestras, lançamentos
de produto, eventos de responsabilidade social, e tantos outros.



Neste vídeo temos o exemplo do lançamento de um relógio (Square) e podemos ver que os consumidores ficam bastante satisfeitos com o mesmo. É por isto que as empresas apostam fortemente neste tipo de eventos: o contacto pessoal com os consumidores fortalece e aprofunda o relacionamento com os mesmos, tornando a relação mais sólida e duradoura (SAGET, 2006).
Com isto, é preciso ter alguns cuidados quando se organiza um evento. De acordo com Allison Saget (2006), estes devem estar integrados no programa de marketing, devem proporcionar uma diferenciação da marca, do produto ou serviço e devem sempre atingir dois objectivos "extend the brand and shorten the sales cycle".
Ainda assim, os eventos têm um papel crucial no Marketing Mix de determinada marca. Eles trazem um enorme retorno no investimento e trazem grandes benefícios para a empresa (eventmarketing). Mas a empresa tem de compreender muito bem primeiro a sua força de vendas e os objectivos de negócio para poder "arrancar" com a organização de determinado evento, seja ele de que natureza for (eventblt).
Allison Saget (2006) considera estes eventos como um fórum "one-on-one" que permitem as empresas entrar no mercado, construir uma marca forte e, com isto, receber feedback dos consumidores criando também relações fortes.

Bibliografia:
SAGET, Alisson, The Event Marketing Handbook: Beyond Logistics and Planning, Kaplan Publishing, 2006
MAU, Gunnar, WEIHE, Kerstin, SILBERER, Günter, Attitudinal Effects of Event-Marketing and Event-Sponsorship: A Comparison, 2006
Sites:
Brand Week
EventBLT
Event Marketing Institute


Punk Marketing

"GET OFF YOUR ASS AND JOIN THE REVOLUTION"
by Richard Laermer & Mark Simmons

Quem é que gosta de estar em casa, a assistir a um programa e não resistir em fazer zapping durante o intervalo? De facto as campanhas tradicionais de marketing são ainda muito tradicionais e estão a cair em desuso (Laermer, 2007). Para ambos os autores, o Punk Marketing é "a new form of marketing that rejects the status quo and recognize the shift in power from corporation to consumer" (punkmarketing), ou seja, o poder do marketing já não está mais nas mãos das marcas/empresas, mas sim dos seus próprios consumidores. Podemos pensar, por exemplo, os anúncios criados pelos consumidores via Youtube ou blogs (Jana, 2007). Mas, para que isto aconteça, as empresas têm de ser cada vez mais radicais, diferenciadas, mais punk nas suas campanhas de forma a prender o consumidor e, estimulando assim, o "word-of-mouth".


Considerei este anúncio punk na medida em que coloca uma questão e deixa-nos a pensar sobre ela. De facto, para os autores do Punk Marketing, um anúncio punk tem mesmo de deixar os consumidores a pensar sobre o mesmo. Ao deixar que os consumidores pensem sobre isso, vai originar então uma corrente de ideias, ou seja, os consumidores vão acabar por falar desse anúncio/marca nos seus blogues, sites, etc.
Com isto, achei pertinente colocar os 14 princípios evocados pelos autores do livro "Punk Marketing":



Através dos 14 princípios do Manifesto punk podemos chegar à conclusão que existe apenas um objectivo: provocar novas atitudes e novos comportamentos em relação a determinada marca/empresa/produto, desafiar aquilo que é novo, não conhecido e chocar os próprios consumidores. Não é apenas a Publicidade que serve de base para esta ferramenta, poderão ser tantas outras que estimulem o "passa palavra" e, para isso, é preciso mudar atitudes ou comportamentos dos consumidores. Como? Chocando, deixando uma questão no ar, chamando a atenção dos consumidores que algo não está bem. Assim, posso acrescentar que o anúncio punk favorito de Mark Simmons é um outdoor que ele viu em Austrália, com um anúncio de bifes que dizia "Buy More Beefs, You Bastards" (Jana, 2007).

Com isto, podemos verificar que o Punk Marketing traz a vantagem de ser diferente, romper com o tradicional, colocando os consumidores a pensar e a falar sobre determinada marca, mas traz a desvantagem de que, se um anúncio não for bem sucedido, este vai originar uma corrente de opiniões negativas sobre essa marca e, aí, a marca terá de intervir para colmatar essas falhas (sendo então mais um gasto a nível financeiro para a empresa).

Sites:
PunkMarketing
Artigos EBSCO:
  1. JANA, Reena, Rebels with a marketing cause, Business Week Online, 08/03/2007
  2. KINSEY, Matt, Punk comes full circle as good way to move product, Advertising Age, Vol.18, 23/04/2007
  3. LAERMER, Richardson, Punk Marketing, Sales&Marketing Management, Vol.159, Abril 2007.

terça-feira, 31 de março de 2009

Marketing Viral

Vejamos o seguinte vídeo:



Aqui podemos ver que o Marketing Viral consiste na recomendação de determinado produto a outra pessoa, ou seja, é uma "publicidade de boca em boca" (Richardson e Domingos, 2002). De acordo com Jure Lesovec, et al. (2007), "viral marketing exploits existing social networks by encouraging customers to share product information with their friends". Sabemos que, à partida, quando alguém da nossa rede social nos aconselha algum produto, criamos uma expectativa nesse produto por confiarmos mais na nossa rede social do que na marca em si (Richardson e Domingos, 2002).

A publicidade tradicional está
a perder a sua força de influência junto dos consumidores e é por isso que as marcas têm de inovar e optar por outros caminhos para conseguir, por um lado, mais consumidores e, por outro, fidelizar os já existentes (Lusevec et al, 2007). Com o Marketing Viral, as empresas já podem chegar junto de muitos mais consumidores enviando, por exemplo, uma mensagem por e-mail aos clientes que já estão na sua base de dados e, se a mensagem for apelativa, esses clientes irão reenviar a mensagem aos seus amigos e assim sucessivamente. Temos o exemplo real do Hotmail. De acordo com Richardson e Domingos (2002), "(..) the Hotmail free service, which grew from zero 12 million users in 18 months on a miniscule advertising budget, thanks to the inclusion of a promitional message with the service's URL in every email sent using it". A imagem seguinte pode ilustrar este exemplo:


É claro que este esquema funciona quando a mensagem desperta atenção por parte daquele que recepciona a mesma, caso contrario, a mensagem não será reenviada e, como consequência, não dará origem ao tão esperado "word-of-mouth". Ou então, a mensagem pode estar a ser enviada a grupos que não sejam o alvo pretendido para a campanha ou ainda, ser considerada uma mensagem de SPAM, por isso, é preciso ter muito cuidado na elaboração do e-mail para que este suscite interesse. Mas, mesmo assim, o Marketing Viral apresenta várias vantagens: o aumento da popularidade do site; de não ter um custo muito elevado e, por conseguinte, trazer um óptimo retorno no investimento, uma vez que chega a um grande número de consumidores (aumentando assim a credibilidade) (witiger).



Mais um exemplo de uma campanha de Marketing Viral da marca DOVE que através deste anúncio na net conseguiu 8,668,568 visitas até ao momento.

Além do "passa palavra", podemos ter como exemplo desta ferramenta,
o facto das marcas criarem uma página em sites de redes sociais (facebook, Hi5,...) para criarem também a sua rede social. A Fanta também já tem a sua conta no Hi5 para fortalecer os laços com os actuais consumidores e também poder atrair novos consumidores.







Bibliografia:
RICHARDSON, Mathew, DOMINGOS, Pedro, Mining Knowledge-Sharing Sites for Viral Marketing, International Conference on Knowledge Discovery and data Mining, 2002
LESOVEC, Jure, et al. The Dynamics of Viral Marketing, ACM Transactions on the Web (TWEB), 2007
Site:
Witiger

terça-feira, 17 de março de 2009

Técnicas de Marketing

As técnicas que eu gostaria de explorar são:

  • Punk Marketing;
  • Marketing Viral;
  • Lovemark;
  • Event Marketing;
  • Buzz Marketing;
Se houver alguma que esteja a mais, posso ainda acrescentar a técnica Product Placement.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Mood Boards

Mood Boards

Os Mood Boards são cartazes, reais ou virtuais, que exprimem conceitos elaborados através de colagens de imagens, fotografias, frases, etc. Estes cartazes normalmente são feitos pelos designers quando querem demonstrar uma ideia daquilo que o cliente procura (Design Skills). Este método é muito utilizado em design (moda, por exemplo) e na publicidade. É importante salientar que os Mood Boards são como guia de um projecto, ou seja, sempre que existe alguma hesitação em seguir para o próximo passo do projecto, podem sempre consultá-lo para "reviver" de novo o conceito (ilikecake).

Sample Boards

Os Sample Boards, tal como o nome indica, são amostras reais dos materiais que "inspiram" a imagem do projecto (em 3D). Estas amostras são apresentadas em proporção da realidade, por exemplo, se há um objecto maior que todos os outros, quer dizer que há uma grande predominância desse objecto na imagem do projecto (ilikecake).


As vantagens que podemos retirar da utilização destas técnicas é que durante o projecto, o designer pode voltar a consultar o conceito de origem sem nunca o esquecer, qualquer pessoa pode aplicar esta técnica, mesmo os clientes poderão elaborar um Mood Board para demonstrar o conceito que seja desenvolvido. Ainda assim, verifica-se que a aplicação desta técnica pode levar algum tempo a ser desenvolvida e demasiado "divertida" para ser chamada de trabalho (ilikecake).


De seguida segue-se um exemplo de Mood Board, será que é fácil descobrir o conceito aqui associado?
Photobucket
Aqui está um pouco de mim. Podemos dizer que de acordo com as imagens eu sou uma pessoa decidida.

Bibliografia:
  • http://www.design-skills.org/mood_boards.html
  • http://www.ilikecake.net/hci/envisionment/moodboards.htm
  • http://www.wisegeek.com/what-is-a-mood-board.htm

segunda-feira, 9 de março de 2009

Regina

Quem é que não se lembra dos grandiosos chocolates Regina?? Memorável...
Lembro me de ter 7 anos e estar no café da "Chila" e comer chocolates Regina. Já lá vai tanto tempo. E após 15 anos aqui estou eu a fazer um trabalho para a ESCS sobre o Chocolate Regina..
Photobucket

É verdade que deixaram mesmo de comunicar. Nunca mais ouvi falar deles!! Quando a minha colega me perguntou "vamos fazer sobre os chocolates Regina?" eu nem sequer me lembrava do que era!! E afinal agora descobri que este chocolate pertence ao grupo Imperial e que são os únicos a produzir o verdadeiro chocolate português.

Este fim de semana, a minha dieta perdeu-se porque tive de provar muitooos chocolates Regina para conseguir fazer o trabalho :) E são tão bons. Não deixem de apoiar o que é Bom e principalmente, o que é português, e que faz história no nosso país.